Entrevista com Pedro Barbosa, autor do livro "Harvard Trends 2013"

Docente universitário aponta alguns dos principais desafios atuais que as empresas têm de enfrentar ao nível da gestão e do marketing

O SIM é um espaço online de perspetivas, partilhas, entrevistas e informações inspiradoras

Este é um blogue da LivingBetweenMedia e move-nos a vontade de ver as coisas por um ângulo diferente!

Somos aquilo que lemos? É possível ganhar novas competências na leitura?

Saber escolher as fontes e interpretá-las corretamente é uma competência fundamental numa sociedade onde a informação é aparentemente excedentária

As redes sociais são um desafio para as empresas

Aprender a gerir a presença nas redes sociais é fundamental. A potência viral destas redes funciona para o bem e para o mal

Educar para os media é abrir o olho para o mundo real

No mundo global, um cidadão que saiba interpretar o papel dos media é mais competente em qualquer profissão. A LivingBetweenMedia partilha essa visão

quarta-feira, 5 de junho de 2013

Swedwood Portugal passará a chamar-se IKEA Indústria

A empresa responsável pelo fabrico de mobiliário que é comercializado pelo IKEA irá mudar de nome a partir do próximo mês de setembro. A filial portuguesa do Grupo Swedwood passará a designar-se IKEA Indústria. Uma confirmação dada pela responsável de recursos humanos da empresa, Nair Barbosa, que fez parte do grupo de oradores da conferência “O Talento és Tu!”, realizada no dia 31 de maio na Universidade Lusíada de Vila Nova de Famalicão.

A Swedwood Portugal produz móveis e componentes de madeira para o IKEA, fazendo parte do universo empresarial da multinacional sueca. Ao contrário das lojas IKEA, o negócio das fábricas tem sentido dificuldades de comunicação no nosso país, essencialmente porque o nome (Swedwood), “não foi facilmente recebido pelos portugueses, o que dificulta a identificação e reconhecimento da marca”, afirma Nair Barbosa.

Por essa razão, “a partir de setembro a empresa vai passar a ter a designação de IKEA Indústria”. Uma medida que visa o maior reconhecimento do público português e também do mercado de trabalho, já que a marca quer ser cada vez mais apetecível para os melhores profissionais. 

“Queremos que um lugar na nossa empresa seja sentido como o melhor emprego do mundo”, refere a responsável. A empresa sueca considera que talento é a paixão dedicada ao trabalho e é esse tipo de colaboradores que procura. “É importante para nós conseguirmos captar e reter talento, com o intuito de ter os melhores em cada departamento”.
Nair Barbosa, à direita, foi um dos oradores convidados pela Universidade Lusíada de Vila Nova de Famalicão

Nair Barbosa indicou também alguns dos valores partilhados por todos os trabalhadores da (ainda) Swedwood Portugal: “tudo se faz com simplicidade, sem burocracias e formalidades; o empenho das pessoas é muito valorizado; o baixo custo, imagem da marca IKEA, também se transporta para dentro da filosofia e gestão da empresa; e por fim, todos podem contribuir com ideias e empreender”.

Para a responsável, o talento faz a diferença. “Sempre com o foco em criar resultados, a utilização conjunta de cérebro, coração e audácia, por cada um dos trabalhadores, traz grandes benefícios”. Na Swedwood todos os colaboradores são importantes nas decisões tomadas. “Todos são líderes. Temos que ser bons exemplos e ter a capacidade de inspirar os outros colegas. Em complemento, temos de ser capazes de pensar pela nossa cabeça e ser críticos. Com o contributo de todos, felicidade e motivação no trabalho é possível melhorar”, concluiu.

terça-feira, 4 de junho de 2013

Low-Cost.Come: O fermento de um negócio em expansão

O cenário económico em que vivemos abriu a porta a novos negócios. São os filhos da crise, que promovem ofertas mais acessíveis e permitem poupanças aos consumidores. Assim acontece com a Low-Cost.Come, marca de restauração de baixo custo que está a registar um crescimento galopante. O mentor do negócio esteve presente na Universidade Lusíada de Vila Nova de Famalicão, a propósito das V Jornadas da Economia e da Empresa desta instituição de ensino.

Com uma pastelaria falida nas mãos, Paulo Costa, padeiro e empresário de Oliveira de Azeméis sentiu que tinha de mudar a estratégia. O estabelecimento estava em dificuldades e, se nada fizesse entretanto, dificilmente poderia manter os 15 funcionários. Estávamos em setembro de 2011 e foi aí que nasceu a Low-Cost.Come. Hoje conta com 38 trabalhadores.

A ideia não podia ser mais simples: vender pão mais barato. A juntar a isto, todo o negócio se focou num modelo de restauração de baixo custo, com maior simplicidade na oferta, menos acessórios e preços mais baixos. Os clientes gostaram do conceito, a loja começou a encher e a ser falada, sendo que o aparecimento nos media deu o empurrão certo para a marca.

“A exposição mediática foi um fermento fantástico. Até para uma televisão da Coreia do Sul falei! Poucas horas depois da primeira entrevista começaram a chover emails e telefonemas com pedidos de informação. Todas as notícias que saíram ajudaram a captar investidores interessados. E assim, uma pequena empresa de Oliveira de Azeméis, tornou-se uma marca nacional com presença em várias cidades”, contou Paulo Costa.

Com a implementação de uma rede de franchising, a Low-Cost.Come conta atualmente com 16 lojas a funcionar no país. E a expansão vai continuar. “Em breve, o número de franchisados irá aumentar para 35. As próximas aberturas serão em Benfica, no Funchal, em Setúbal e no centro de Lisboa”, revelou o empresário que se congratula por a sua marca “já ter gerado um volume de investimento em Portugal na ordem dos 7,5 milhões de euros”, valor que aumentará, dado que espera fechar mais 50 contratos nos próximos meses. 


Questionado sobre a importância do talento no êxito do seu negócio, o empresário não tem dúvidas. “Ou somos competentes ou não. Só estando felizes e trabalhando muito é que ficamos motivados para fazer as coisas acontecerem. Só desta forma nos vai ser possível chegar ao final do ano com uma faturação de um milhão de euros”, explicou.

Cada loja da marca produz perto de 6000 pães por dia. Por isso, a produtividade é uma exigência para Paulo Costa. “Para os nossos padeiros garantirem essa produção têm de ter talento, caso contrário será sinal ‘tá lento’ e não cumpre os objetivos”. 

Todos os promotores dos franchisados do Low-Cost.Come têm formação superior. “Mesmo que não sejam da área da padaria ou pastelaria, queremos que sejam pessoas licenciadas, com vontade de trabalhar e aprender”, diz. Cada franchisado tira ainda partido da central de compras que a marca possui, que garante preços mais baratos junto de fornecedores. “À medida que crescemos, criámos economia de escala e ganhámos poder negocial. E agora são as principais marcas que nos procuram para estarem incluídas na nossa oferta”, frisou Paulo Costa. 

Formado em Gestão Hoteleira, o empresário está em vias de arrancar com a internacionalização. “Temos recebido contactos e estamos a analisar as possibilidades. Para já, vamos iniciar o processo de registo da marca em países como Espanha, Angola e Moçambique”, referiu.

segunda-feira, 3 de junho de 2013

“Uma equipa que veste a camisola faz milagres”


Perante uma plateia composta por empresários, estudantes e docentes universitários, bem como alguns fãs à mistura, o cantor Tony Carreira visitou no dia 31 de maio, sexta-feira, a Universidade Lusíada de Vila Nova de Famalicão para falar sobre a importância da gestão do talento. Uma conversa, em formato de entrevista ao vivo, onde falou sobre a sua profissão e o atual estado do país.

Para o músico, o talento é importante mas é necessário trabalhar muito para ter êxito. “O talento é uma coisa que se sente, nos dá força e na qual temos de acreditar. Comecei a cantar aos 16 anos e o primeiro sucesso discográfico surgiu aos 30. Foi um período que me deu uma bagagem de resistência e saber muito importante”, explicou.

Fazendo “aquilo de que se gosta”, o talento pode ser exponenciado, mas há ainda outras caraterísticas para avaliar na área musical e nos 50 colaboradores que o rodeiam. Questionado sobre o que mais valoriza num colaborar salientou: “para mim, tem de se enquadrar duas vertentes: ser um bom executante de música e ter boa postura nas relações humanas. Sem isto, não se é bom profissional e só se prejudica o grupo”, salienta.

Tony Carreira, enquanto músico e empresário, assume a liderança de toda a estrutura que o acompanha e até analisa currículos de candidaturas que chegam à sua empresa. “Tenho as minhas ideias e faço as coisas como quero. Sou muito exigente com todos, da mesma forma que sou comigo. Sou amigo das pessoas, mas é preciso respeitar o trabalho que se faz. Ninguém faz nada sozinho e uma equipa que veste a camisola faz milagres”.

Ciente de que também é uma marca, que se vende por si mesma no mercado, o cantor não aprecia essa dimensão. “Sei que sou uma marca, mas é algo que me incomoda e não dá prazer. Admiro os marketeers e tenho tirado imensas lições com alguns, mas prefiro passar uma imagem correspondente à paixão com que faço a minha música. No entanto, com a longa carreira que tenho, posso dizer que sou mais uma marca do que um artista de marketing”.

E a exposição mediática, também traz responsabilidades. “Uma figura pública deve ser um exemplo para a sociedade e tem uma dívida de gratidão para com os fãs. Foram precisos 15 anos até eu ser visível. E quando isso acontece, a responsabilidade é muito maior". Tony Carreira dá mesmo um exemplo: Sou fumador mas evito fazê-lo em público. Há que sensibilizar para boas causas e não para maus hábitos”.

Sem talento e sem muito trabalho, nada feito. Tony Carreira entende que é disto que Portugal precisa. “Temos um país maravilhoso, com uma história fantástica. Há que aprender com os erros do passado e apostar em bons profissionais, políticos e gestores”. Além disso, há que valorizar o que é nosso. “Tendemos a apreciar mais o que vem de fora. Isso está errado. Falta-nos defender o que é português. Em Espanha, a filosofia é essa. E a saída desta crise económica também passa por consumir o que é nacional”.

Embora tenha sido emigrante no passado, Tony Carreira entende que esta não é a solução para os jovens portugueses. “Acho grave quando um político aconselha os seus próprios cidadãos a procurar trabalho fora do país. Emigrar é e será sempre um ato de desespero. Só se não existirem condições para trabalhar cá, é que as pessoas devem tomar essa opção”.

O cantou revelou ainda que, nos últimos tempos, tem recebido várias cartas dos fãs com pedidos de ajuda. “São testemunhos de desespero e casos dramáticos. Procuro responder a todos e sensibilizar a sociedade a ser mais solidária. Aprecio muito aqueles que fazem voluntariado e profissões como os bombeiros que deviam ser pagas. O Estado devia estar mais presente para ajudar as pessoas”, concluiu.


6 Perguntas Rápidas 

Dá conselhos aos seus filhos sobre a carreira deles? Nunca. Só se eles me pedirem. Tenho ideias para a minha carreira e não quero que sejam uma imitação de mim. Já existem outros assim. Prefiro que criem a sua própria personalidade. 

Se não fosse a música, qual seria a profissão de sonho? Tenho uma grande paixão pelo futebol. A sensação de jogar em grandes competições e marcar um golo deve ser extraordinária. 

Quem gostaria de entrevistar um dia? José Sócrates ou Miguel Relvas. 

Que concerto não teve oportunidade de assistir? Gostava de ver um concerto ao vivo do Carlos Santana. Comecei a ouvi-lo com 14 anos e ainda gostava de o ver em palco. 

Já teve propostas para participar em cinema? Sim, mas nunca aceitei porque sou um mau ator. Só me arrependi uma vez, porque era uma grande produção. Também já me convidaram para um filme autobiográfico, mas ainda sou muito novo para isso. 

E convites para a política? Já tive, mas não me meto nisso. Sou um profissional de música e estou disponível para cantar onde me contratarem, qualquer que seja o partido. Mas não me verão a dar a cara por um político. Não me acredito nesta classe.



sexta-feira, 31 de maio de 2013

Marcador Editora: Ganhar com o Facebook

As redes sociais vieram para ficar, sendo que o Facebook é uma das aplicações preferidas dos portugueses. Naquele espaço virtual está tudo a acontecer a todo e qualquer instante, e  ali se juntam milhões de consumidores predispostos a receber informação.

É por isso importante para empresas, marcas e profissionais, e até mesmo a utilizadores comuns, saber quais as melhores formas de tirar maior rendimento desta plataforma.

Criar notoriedade e uma imagem positiva, estabelecer uma relação de proximidade com fãs, amigos e clientes, desenvolver novos negócios (ou expandir os existentes) e gerir com maior eficácia as relações com consumidores são algumas das potencialidades de uma utilização adequada e bem sucedida do Facebook. Brian Carter, conceituado especialista internacional na área do marketing digital, apresenta em "Ganhar com o Facebook", algumas estratégias que podem ajudar a maximizar, inclusive financeiramente, a utilização dos media sociais.

O Livro: Hoje em dia as pessoas não se limitam a “estar” no Facebook. Na verdade, é um dos lugares onde estão mais envolvidas. O marketing no Facebook já não é opcional — mas a área está cheia de exageros, tolices e soluções falsas que não dão resultados. Este livro dá-lhe o que realmente precisa: um plano completo, passo a passo, para maximizar o seu retorno no Facebook.

Seja o leitor um empreendedor, um profissional de marketing ou apenas um curioso, Brian Carter oferece técnicas passo a passo e lições práticas que vão ajudá-lo a:

  • Atrair mais visitantes e fãs a um custo muito reduzido…
  • Identificar as melhores oportunidades de lucro no Facebook…
  • Elaborar programas que reflitam as suas ofertas, marcas e clientes de forma personalizada…
  • Converter mais visitantes em compradores…
  • Repelir detratores da marca e encorajar comentários produtivos e positivos…
  • Medir e otimizar continuamente o seu desempenho…
  • Fazer com que a sua presença no Facebook passe de uma mera experiência a um canal de marketing robusto e altamente lucrativo…

O Autor: Brian Carter é conhecido no mundo inteiro por ser um dos especialistas de elite em marketing na internet com vários anos de experiência em marketing no Google, Twitter e Facebook. A sua experiência e conhecimento de topo fizeram-no desenvolver estratégias e construir visibilidade nos principais motores de busca e marketing social para entidades como a Universal Studios ou o Exército dos EUA. É um orador e formador talentoso, aparece regularmente nos mais importantes meios de comunicação dos EUA, como o U.S. News ou o The Wall Street Journal. Escreve para dois dos mais populares blogues de marketing do momento, o Search Engine Journal e o AllFacebook, lidos regularmente por mais de cem mil leitores. Tem milhares de seguidores no Facebook, Twitter e LinkedIn.

Título: Ganhar com o Facebook - Como Maximizar a sua Presença nas Redes Sociais
Editora: Marcador Editora
Lançamento: Março / 2013
Género: Gestão
N.º de Páginas: 352
Preço: 17,50€

quarta-feira, 29 de maio de 2013

Talento leva Tony Carreira e empresários à universidade

Numa altura em que o país atinge números preocupantes de desemprego, a Universidade Lusíada de Vila Nova de Famalicão quer aproximar o meio académico ao tecido empresarial e contribuir para a preparação da entrada dos desempregados no mercado de trabalho. Para isso, alguns jovens terão a possibilidade de contactar diretamente com empresários da região e receber os seus conselhos. Tony Carreira também estará em Famalicão para falar sobre a importância da gestão do Talento numa carreira profissional. A LivingBetweenMedia apoia a iniciativa e marcará presença neste evento.

A Faculdade de Ciências da Economia e da Empresa da Universidade Lusíada de Vila Nova de Famalicão vai realizar, nos dias 31 de maio e 6 de junho, a V Edição das Jornadas da Economia e da Empresa. O tema deste ano é “O Talento És Tu!” e o evento tem como objetivo contribuir para “dotar a sociedade de ferramentas capazes de melhorar a sua qualidade de vida e de criar condições para um melhor aproveitamento das oportunidades”, explica Elizabeth Real, diretora da Faculdade de Ciências da Economia e da Empresa da Universidade Lusíada de Vila Nova de Famalicão.

Em parceria com a Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão, a rede Famalicão Empreende, o Instituto de Emprego e Formação Profissional, a LivingBetweenMedia e várias empresas da região, a instituição de ensino pretende reforçar o “compromisso com os alunos e o tecido empresarial, no sentido de garantir ao mercado de trabalho que formamos não só profissionais de excelência como cidadãos responsáveis”, acrescenta a responsável.

Cientes “de que o Talento vem de dentro de cada indivíduo, organização, universidade ou empresa”, como refere Elizabeth Real, os organizadores das Jornadas deste ano planearam um programa distribuído por dois dias e com uma vertente muito prática.

No dia 31 de maio, para além da sessão de abertura oficial do evento, terá lugar uma conferência sobre a “Atração e Retenção de Talento”, na qual representantes de empresas como a Salsa, a Swedwood e a Lowcost.Come, vão explicar o que mais valorizam na hora de contratar recursos humanos. “É nossa convicção de que esta partilha de informação, que estará aberta ao público em geral, será útil para quem necessita adoptar uma procura ativa de emprego”, refere a diretora da Faculdade de Ciências da Economia e da Empresa da Universidade Lusíada de Vila Nova de Famalicão.

Ainda no dia 31, o cantor Tony Carreira estará na instituição de ensino para dar o seu testemunho sobre a importância do talento na carreira profissional e empresarial, cabendo à LivingBetweenMedia a realização da entrevista ao artista. “De salientar que é a primeira vez que esta carismática figura da música portuguesa se desloca a uma instituição de ensino e aceita um desafio deste género que será também aberto à população em geral, estando disponível para responder a algumas perguntas pelo público presente”, argumenta a organização do evento.

Já no que diz respeito ao dia 6 de junho, vão realizar-se, na Casa do Território, duas ações de formação. A primeira destina-se a profissionais de recursos humanos, enquanto a segunda contará com uma mão cheia de empresários da região que aceitaram o desafio de contactar diretamente com alunos da Universidade Lusíada e de algumas escolas secundárias do concelho, bem como com alguns desempregados. Miguel Peixoto de Oliveira (Edigma), Manuel de Oliveira Marques (Hospitais Senhor do Bonfim), Filipe Vila Nova (Salsa) e Manuel Ramos (Mabera) estarão presentes no local para partilhar experiências e dar conselhos.

“A ideia passa por permitir que futuros profissionais, actuais profissionais no desemprego e empreendedores troquem ideias e impressões sobre a importância do Talento, qual a expectativa das empresas na hora de contratar funcionários, bem como perceber a importância das novas ideias no mercado de trabalho”, refere Elizabeth Real.



terça-feira, 28 de maio de 2013

Nexo: Vencer Gigantes - As 5 Pedras de David

Ao longo das nossas vidas, somos confrontados com a necessidade de superar obstáculos, por maiores que sejam as dificuldades. Eles podem surgir a nível pessoal e/ou profissional, a todo e qualquer momento. As famílias, as empresas, as organizações e a sociedade em geral terão sempre montanhas por escalar, missões por cumprir ou caminhos por desbravar.

Os contos milenares, transportados de geração em geração, têm brilhantes respostas na sua mensagem, que passa conhecimento e sabedoria que nos ajudam a interpretar e agir em função disso. A história de David e Golias continua tão atual como antes e serve de inspiração, por exemplo, para famílias, quadros de empresas ou governantes de um país. Por mais difícil que pareça, existe sempre a possibilidade de ganhar.

"Vencer Gigantes", da autoria de Hugo Pinto e publicado pela editora Nexo, ajuda-nos a interpretar os ensinamentos de um conto bíblico, uma metáfora que revela que os fracos terão sempre possibilidade de derrotar os mais fortes. Basta acreditar que não há impossíveis.

O Livro: O desafio dos gigantes é inevitável. O fracasso não! O caos, a crise, a dificuldade, ou a aflição que eles representam irão sempre tomar lugar em determinados períodos da nossa vida. Mas é possível vencer. Esta é a verdade entusiasmante da história de David e Golias.

O livro apresenta uma das histórias mais conhecidas e amadas no mundo: o confronto entre David e Golias. Este acontecimento encanta crianças, inspira jovens, entusiasma executivos e consola idosos. Apesar de ter ocorrido há cerca de 3000 anos, tem lições muito pertinentes para os dias que vivemos. Diante de grandes gigantes que têm-se levantado no panorama internacional e pessoal, é fundamental saber que é possível vencer!

Não lamente os gigantes que surgem na sua vida. Aprenda com David a ser um vencedor. Felicidade não é a ausência de gigantes. É a habilidade de vencê-los.

O Autor: Hugo Pinto estudou Teologia, seguindo a paixão de servir a Deus e ao próximo. Aos 17 anos ingressou como voluntário no Desafio Jovem, IPSS de apoio e reinserção social, onde colaborou durante três anos. Atualmente, exerce a prática de Pastor Evangélico em várias comunidades. É ainda orador convidado para diversas conferências, tendo sido preletor em países como França, Inglaterra, Alemanha, Suíça, Brasil e Canadá. É casado com Marta Pinto e pai de Martim Pinto e vive em Lisboa.

Título: Vencer Gigantes - As 5 Pedras de David
Editora: Nexo
Lançamento: Maio / 2013
Género: Desenvolvimento Pessoal
N.º de Páginas: 142
Preço: 11,90€

segunda-feira, 27 de maio de 2013

A Miele é uma marca babá

Longe vão os tempos em que uma empresa se limitava a vender aquilo que produzia. Hoje em dia, os consumidores querem mais, exigem mais e esperam por mais. Ciente dessa realidade, a Miele, conhecida marca de electrodomésticos alemã, decidiu mostrar o que valem as suas máquinas e lançou cursos temáticos e interativos para os apaixonados da cozinha. "Experiências e Sabores" é o nome desta iniciativa que vai entrar agora na sua segunda edição.

A Miele Gallery, situada em Carnaxide, contará com a presença e experiência gastronómica de vários chefes de cozinha, e não só. A partir de quarta-feira, 29 de maio, e até 17 de julho, todas as quartas-feiras, pelas 19 horas, ganharão um novo sabor. Os participantes interessados terão a possibilidade de conhecer novas receitas e técnicas de confeção, sendo que os cursos são limitados a 12 pessoas e incluem a degustação dos pratos elaborados durante os mesmos. 

Os chefes Hélio Loureiro, Henrique Mouro e António Nobre, assim como os músicos André Sardet e Miguel Gameiro, são alguns dos convidados que vão partilhar os seus conhecimentos gastronómicos. Cozinha biológica, petiscos alentejanos e cozinha tradicional portuense serão alguns dos temas dos novos cursos que a Miele vai lançar.

Hans Egenter, diretor geral da Miele Portuguesa, mostra-se satisfeito com a aposta nos cursos "Experiências e Sabores", iniciados há um ano. "Os primeiros cursos começaram em abril de 2012 e desde então a adesão tem vindo a crescer consideravelmente. Temos procurado diversificar em termos de chefes como de temas. Em jeito de balanço posso dizer que esta iniciativa tem sido muito positiva e que o feedback das pessoas é mais uma motivação para dar continuidade a este projeto". 

Em contexto de crise, as marcas começam a mudar a relação que têm com os consumidores. "São companheiras, inteligentes e dão conselhos". São marcas babás (ver mais aqui sobre este assunto). Hoje, o posicionamento de uma marca está em permanente mutação. É uma componente fundamental para a capitalização da comunicação com atuais e potenciais clientes.


Programa “Experiências e Sabores”:

  • Cozinha biológica/Cozinha sustentável, chef Tiago Lopes (29 maio)
  • Pratos com assinatura, chef Henrique Mouro (5 junho)
  • O Porto no prato, chef Hélio Loureiro (12 junho)
  • Fados na Miele (19 junho)
  • Petiscos à alentejana, chef António Nobre (26 junho)
  • Estrelas no Prato, chef Ricardo Costa (3 julho)
  • Ao sabor da música… com André Sardet, (10 julho)
  • Ao sabor da música… com Miguel Gameiro, (17 julho)

sexta-feira, 24 de maio de 2013

IST Press: Lean Six Sigma Para Qualquer Negócio

Lean Six Sigma é uma corrente internacional que indica um conjunto de boas práticas que contribuem para a eficiência e sustentabilidade das organizações. Esta metodologia consiste na permanente melhoria de processos e eliminação de defeitos, capaz de tornar uma empresa mais lucrativa, com custos reduzidos e operações otimizadas.

Se for bem implementado, o conceito pode ter efeitos benéficos para empresas e organizações. Na década de 80, a Motorola foi uma das primeiras a adotar a filosofia, aplicando uma série de ferramentas que trouxeram melhorias à sua produtividade e rentabilidade. A metodologia acabou por ser seguida por outras empresas como a General Electric e o Citibank. E perante o grande interesse do mercado, a Motorola criou mesmo um departamento para dar formação externa sobre esta metodologia.

Outra das origens do Six Sigma provem do Japão, concretamente do termo "Kaizen", que significa melhoria contínua e gradual a nível pessoal, familiar, social e profissional. A sua aplicação ao mundo nos negócios, foca-se na humanização das relações, assim como na identificação e eliminação de desperdícios, usando um método científico que foi testado pela Toyota. Uma corrente que em Portugal tem o seu expoente no Kaizen Institute Portugal, que já convenceu Sonae, Grupo Amorim, Unicer, CGD e Salvador Caetano.

Os projetos Six Sigma combinam análise estatística, qualidade de processos, estratégia organizacional e boa relação custo-benefício. Especialista acreditado na área, Ricardo Anselmo de Castro desvenda alguns dos segredos do Six Sigma e aponta os caminhos que devem seguir uma organização sustentável. Ricardo é engenheiro mecânico na Volkswagen Autoeuropa, que também adotou o conceito, e coordena um curso de especialização em Lean Six Sigma no Instituto Superior Técnico, instituição que editou esta obra. 

O Livro: A Lean Six Sigma é uma estratégia de negócio que tem vindo a ser difundida, aplicada e desenvolvida, ao longo dos anos, não apenas nas empresas de maior renome mundial mas, felizmente, em organizações de menor dimensão. Com um grande foco na eficácia e eficiência dos processos, produtos e serviços, a Lean Six Sigma diz o quê e como fazer para aumentar, de forma substancial, a riqueza, através de um pensamento claro, lógico e factual. Longe de estar amplamente divulgada e muito menos enraizada é de capital importância ganhar consciência do desperdício que nos rodeia e de quanto perdemos, diariamente, pelas coisas não correrem como o esperado; seja do ponto de vista do cliente, do colaborador ou do acionista.

Com o intuito de criar um sonoro insight no leitor, o livro divide-se em seis capítulos e um estudo de caso real. Após ser explanado o propósito do texto e descrito o panorama nacional atual, por notícias trazidas pela imprensa, o terceiro, quarto e quinto capítulos são dedicados à Lean Six Sigma, tanto em termos concetuais, como através de poderosos exemplos, sejam um hospital público português, a indústria automóvel, ou até uma praça de táxis. De igual modo, a gestão da mudança é analisada de forma pertinente, a partir de valiosas ferramentas. O último capítulo remete o leitor para as considerações finais, em jeito de síntese, reforçando os conceitos anteriores e sublinhando que a mudança para um mundo melhor começa em cada um de nós.

Dos gestores de topo aos jornalistas, dos engenheiros aos supervisores de produção, da logística à saúde ou do ensino ao pensamento científico, "Lean Six Sigma - Para Qualquer Negócio" é o primeiro livro em português europeu que mostra a simbiose de duas estratégias de negócio outrora independentes - uma proveniente do Japão e a outra dos Estados Unidos.

O Autor: Ricardo Anselmo de Castro é engenheiro mecânico do ramo de termodinâmica aplicada pelo Instituto Superior Técnico. Com uma especialização em gestão e avaliação de projetos pela Universidade Católica Portuguesa, é certificado em project management professional pelo Project Management Institute. Possui ainda a especialização em six sigma black belt pela American Society for Quality, tendo recebido, em 2010, o 1.º prémio de melhor projeto da especialidade, a nível nacional. Com experiência em áreas como a saúde e a indústria automóvel é também co-fundador e coordenador do curso de especialização em lean six sigma black belt no Instituto Superior Técnico.

Título: Lean Six Sigma - Para Qualquer Negócio
Editora: Instituto Superior Técnico
Lançamento: Novembro / 2012
Género: Gestão
N.º de Páginas: 232
Preço: 22,00€

quarta-feira, 15 de maio de 2013

As duas faces de uma imprensa em fase de transformação

Menos jornalistas e mais produtos editoriais. A ideia parece um contrasenso, mas ilustra uma tendência que se começa a verificar em alguns países. Aqui ao lado, em Espanha, o jornal El Mundo decidiu lançar uma nova revista dedicada ao tema do luxo, na mesma altura em que anunciou o despedimento de 30% da sua redação em Barcelona. Novos tempos.

Chama-se "Luxury & Quality"e promete atuar como uma "caixa de sonhos" para aqueles que têm como requisito "a exclusividade e o luxo". A nova revista do El Mundo propõe-se falar sobre diamantes, locais paradisíacos, festas privadas, viagens dispendiosas, marcas de luxo e manjares de peso (para a carteira, entenda-se). 

O caricato deste lançamento é mesmo o timing do mesmo. Numa altura em que a crise económica, tal como cá, faz estragos em Espanha, o jornal El Mundo tem vindo, desde o último ano, a reduzir em cerca 30% o universo de 600 colaboradores que possuía. A última vaga de despedimentos deu-se há dias na filial do jornal em Barcelona, onde cinco jornalistas (que representam um terço da redação) ficaram sem emprego. Os trabalhadores da redação catalã iniciaram mesmo uma greve de dois dias para mostrar a sua insatisfação com a administração do jornal.

Este parece ser um novo padrão de jornalismo. Menos jornalistas e mais produtos editoriais no mercado. Publicações mais especializadas, com tiragens mais baixas e sobretudo direcionadas a públicos que ainda possuem algum poder de compra.

Além disso, este cenário torna-se propício à entrada de publicidade encoberta, mascarada sobre a forma de informação. É que as receitas publicitárias estão em permanente queda nos últimos anos. No primeiro trimestre de 2013, no país vizinho, os diários El País (-35%), ABC (-22%) e El Mundo (-22%) registaram grandes quebras.

O mercado publicitário das edições impressas vai ser redimensionado. Um estudo norte-americano, do Pew Research Center, indica que o investimento em publicidade na imprensa, naquele país, caiu de 35 mil milhões de euros para menos de 15 mil milhões no espaço de 10 anos. E é bom referir que a publicidade digital não cobriu, nem de perto nem de longe, as perdas da imprensa, crescendo de 931 milhões de euros para 2,5 mil milhões.

Alguns jornais começam agora a apostar em conteúdos pagos e exclusivos na Internet para tentar enfrentar a quebra de receitas nas edições impressas. Essa é uma estratégia que meios como Record, Público ou Jornal de Negócios já fazem em Portugal.

No nosso país, a circulação dos diários generalistas nacionais registou uma quebra de 10% nos primeiros dois meses de 2013. E as receitas publicitárias da imprensa portuguesa também seguem a tendência internacional, tendo caído dos 223,7 milhões de euros em 2001 para 94,4 milhões em 2012, números que dificultam a sobrevivência das empresas de media e manutenção dos seus trabalhadores.

Mesmo com despedimentos e rescisões amigáveis, o mercado português não deixa de ter novidades a aparecer. A mais recente foi o Jornal Sénior, publicação quinzenal de 48 páginas e edição de 20 mil exemplares, que é dirigida por Mário Zambujal. Um jornal "à antiga, em papel, e sem tecnologias".

terça-feira, 14 de maio de 2013

Marketing manager do Dolce Vita regressa ao ISCAP

Tiago Monteiro, marketing manager da Retailgest, entidade gestora dos centros comerciais Dolce Vita e Vivaci, é o próximo convidado do ciclo de conferências “Encontros com o Mercado – Uma Empresa no ISCAP”. O evento, que vai já na sua terceira edição, realiza-se 4ª feira, dia 15 de maio, às 18h30, no Grande Auditório do Instituto Superior de Contabilidade e Administração do Porto (ISCAP). 

Organizada pela LivingBetweenMedia em parceria com o Curso de Comunicação Empresarial daquela instituição de ensino, a iniciativa acontece trimestralmente e consiste na realização de entrevistas realizadas pelos alunos, ao vivo, gestores portugueses e estrangeiros, onde os estudantes simulam que são jornalistas de diferentes órgãos de comunicação social. 

Depois do CEO da Garland, Bruce Dowson e da CEO da Comunicarte, Ana Sofia Gomes, é agora um antigo aluno de Marketing do ISCAP, Tiago Monteiro, que vai participar neste inédito ciclo de conferências e desvendar a estratégia de mercado dos centros comerciais Dolce Vita e Vivaci. 

"Encontros com o Mercado - Uma Empresa no ISCAP" é uma iniciativa com uma forte componente pedagógica no que respeita ao enriquecimento cultural e à promoção das capacidades críticas dos alunos sobre o funcionamento dos media e do sistema mediático, além de os aproximar da realidade das empresas e das pessoas que marcam o seu dia a dia.